Nói, o albino se tornou o meu filme queridinho, aquele que encabeçava todas as minhas listinhas relacionadas ao bom cinema.Acredito que todas as pessoas que alguma vez já tiveram a sensação de não saber onde se encaixam neste mundo irão se identificar com o jovem Nói.
Às vezes passo por vilinhas escondidas a meio do nada e me pergunto: quem há de morar aqui? que tipo de vida leva uma pessoa morando num lugar onde nem Judas perderia as botas? O filme é, assim, uma resposta. Mas uma resposta bem extremada. Quer dizer, uma vilinha perdida a meio de um país enorme é já algo; agora uma vilinha na Groelândia. Meu!
Não garanto que você vá gostar do filme como eu, mas venda, não, melhor… penhore sua mãe para conseguir assistí-lo.
